O último discurso
Publicado por: Eduardo Treska, em 4 agosto, 2009Muitos aqui não pegaram essa época assim como eu, porém Charles Chaplin foi um personagem bem conhecido nas telinhas e ainda esta na memória de muitos, gostaria de deixar aqui uma homenagem a esse personagem que viveu e alegrou muitas pessoas.

O último discurso
Do filme: “O Grande Ditador.”
“Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio… negros… brancos.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens… levantou no mundo as muralhas do ódio… e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem… um apelo à fraternidade universal… à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora… milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas… vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia… da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais… que vos desprezam… que vos escravizam… que arregimentam as vossas vidas… que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar… os que não se fazem amar e os inumanos!
Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, ms dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela… de faze-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo… um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!
Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!”
Charles Chaplin
Popularity: 1% [?]
Artigos relacionados
- Mulher, amante, amada. – Eduardo Treska
- Último Credo – Augusto dos Anjos
- O voo da liberdade – Dilson
- Cócegas – Mariana Josceni Treska
- Reclamar – Eduardo Treska
Tags: charles chaplin, desprezar, felicidade, governar, miséria, o grande ditador, O ultimo discurso
Processing your request, Please wait....









“O Discurso da Vergonha, da Revolta, do Repúdio, e do Brio Humano.
O que você faz com seu filho? O que você faz com você? O que você faz com os outros?
Alguns discursos em muitos blogs e sites de céticos e afins têm a gentileza de hospital, com o cuidado dos que viram as décadas de 90 e 2000 serem atacadas pela ‘nova’ cruzada que destroçou todo o campo psicológico da Sociedade. Quando nós, movidos por consciência em 60, 70, e 80, estávamos em várias transformações civis, num período crítico de transição da evolução civil (no Planeta); fomos malandramente ‘ferrados’ por um ardil estúpido, violento, virulento, que solapou nossa vontade civil e nos amordaçou apáticos como cordeirinhos de tosquia. Mas os tempos são hoje outros, e o tempo urge, e a Natureza reclama implacavelmente; para atinarmos pros ares dos ventos e não ficarmos só acessando blogs nos distraindo e tirando sarro com uma desgraça que enforcou nossa Sociedade de vez.
Estão nos bitolando num formato esquisito dum disfarçado nazismo-teocrático que insufla dissensão, açula ódio racial, ‘justifica’ a pilhagem civil pelas crenças, camuflando a crescente miséria, enquanto os líderes divino-políticos impõem uma submissão de garrote nas gentes, e repassam descaradamente entre si as castas e os feudos, fomentando mêdo e vigia insuportável sobre vida pessoal, família, empresas, clubes, imprensa, entretenimento, etc.
Que olhos olham nossas contas nos bancos? Marcam nossos horários nos condomínios, abrem e extraviam nossas correspondências? Julgam escondidos os estudos nossos e de nossos filhos? Com que intentos nos ‘protegem’? Somos tão estúpidos que precisam indicar filmes com bulas como remédios? As tantas ‘proteções’ não vêem o que está ali na cara de todos? Quais mesmos os que queriam que vigiássemos tanto os nossos filhos? E que os vizinhos tanto nos vigiassem? Tantos olhos e travas e ferros e correntes; tantas câmeras e os crimes crescem, crescem.
O que se fêz do discurso de Severn Suzuki? Por quê mataram Senna? E Michael, Lennon, Lee, Tim, Russo, Cazuza, …?
É isso que merecem os que fazem evoluir a espécie humana?
Se você é conivente com isso, e acha que tais informações não servem pra consideração de seus filhos, de seus amigos, tenho a oportunidade de lhe dizer: Você não tem brio humano.
Então podemos, se quisermos, ter coragem pra perguntar: O quê que aquele montão de elementos fica fazendo lá dentro daquele monturo chamado de vaticano? Acham mesmo que esses elementos ficam “rezando”, todos ‘bonzinhos’ o dia inteiro? O que fazem ali dentro? Hoje ainda esses fomentadores de desgraças insuflam desgraçados a invadirem casas com cruzes e tochas de fogo. Então, nós temos que ir lá também, e arreganhar aquela presepada toda e fazer darem conta do porquê daquilo, desse troço, dessa aberração social, com regalias insanas na Sociedade. Vamos cobrar o valor e o brio civil dos seres humanos torturados, assassinados, estuprados, e massacrados, por eles.
E vamos ver outro negócio aqui: E essa dinheirama que esses opulentos pastores comem dum mundo de pessoas covardemente enganadas, pra onde vai? Quais são os que a repartem, e em que miolos escondidos eles se aconluinham? Quanto sangue eles requerem de nós? Quanto de nós eles roubam?
Porque a Natureza está mostrando aí em tudo que não temos condições para nos suster frente ao que nós mesmos fomos levados a fazer com o clima (com o Ambiente), por tirarem de nós sistematicamente a educação prestada pela Ciência, os recursos que teríamos pela Tecnologia.
A situação é essa: A Física não está como deveria estar. A Sociologia idem. A Arte, a Engenharia, a Arquitetura, …, dão sinais de atraso e incapacidade de assimilar até os conceitos mais pueris, num esgotamento e impropriedades alarmantes. Vemos cidades empinadas por mentira midiática em favor do Turismo, mas nelas as pessoas vêem coqueiros morrerem reclamando um cadinho de vida, e gente esmulambada pedindo, pedindo, e dormindo no frio gelado, enquanto um montão de enganados senta a bunda em bancos ‘divinos’ pra ouvir canalhices, putarias, difamação, e pouca vergonha camuflada de oratória ‘salvadora’, cheia de ‘caridade’, e ‘moral’, e ‘respeito’, e ‘ética’, e pouca vergonha na desgraçada da fuça.
Sabemos, estamos de olhos arregalados de constatar, que esse modo aí que estamos vendo revirar as nuvens quando armam-se em tempestades, que não é o modo que a Natureza se comporta. Estamos vendo, estamos tomando por dentro da cara, e não arredamos pé um pouquinho pra repensar nossa deslavada condição civil. É por aqui, o
que temos pra dizer acerca de nós.
Nos enfiam caricaturas e aberrações pela goela, para nos manter sob um tutelamento insano, num estado letárgico, como bichos morrendo ensopados numa lábia de formol,
Perante o porte de uma Civilização como a nossa, só dementes usurpadores acham que vamos continuar arriados como bandos de escravos idiotas. Não sabem o que fazer, não estão sabendo o que fazer, e vão nos levar à derrocada civil, como completos irresponsáveis.
Somos seres humanos e temos que ver nossas contas acerca de nós mesmos. Quando aqueles pais ganharam aquela causa da palhaçada do criacionismo dentro das escolas, nos EUA, em 1987, e quando o Pensador Haddammann, rapaz ainda, em 1985, no Brasil, foi ‘observado’ por pulhas mandantes da vida das pessoas, quando começou a apresentar a Lógica Espacial (nas escolas e Universidades), afim de assegurar a transição da evolução de um modo que não fosse pelas vias do embate bélico, para que estudantes se preparassem para um momento de atenção para o que colheríamos pelo que estávamos renitentemente fazendo com nossa mentalidade e com nosso Planeta, desde então a gente chegou NISSO que está aí.
Para terem idéia notem frases que eu colocava contente nas minhas exposições, e pelas quais os CANALHAS intentaram, premeditaram desgraçar-me … (mas eles vão pagar … Desgraçados) …
“Toda época tem um ponto de tensão. Um ponto vital de transição da evolução. E nesse ponto, um conjunto de fatores concorrem para determinar o avanço da humanidade. O avanço social, tecnológico, e científico. Dentre esses fatores estão os conceitos. A preponderância dos conceitos sobre os outros fatores está em que eles fazem evoluir a mentalidade do Ser Sapiens sapiens faber-psi. Eles vêm na Arte, na Moda, na Engenharia, na forma do Direito. E nos livros que competentemente os representam, veiculam, os discutem, e os ensinam”. Assim foi indicada a Reflexão, e o que fizeram?
“Ao ver a Lógica Espacial em ação vemos que a puntual-energia é como o homem (ou como a mulher); que ora é pai(mãe), ora é filho(a), é irmão(ã), é amigo(a), etc. A femina-parceira não se dirige a ele como filho, nem a filha a vê como filho ou irmã. Ele(a) é em todas as ocasiões um homem (ela, uma mulher), mas tem(têm) funções diferentes, e respostas diferentes, conforme a circunstância em que está (estão) identificado(s)”. Quando foi traçada a base conceitual dessa realidade, e colocado os postulados do par-energia ante Físicos, para constituirmos melhor nosso Conhecimento e nossa consonância com a Natureza, o que nos deram não foi a educação, foi o pavor.
Esses ‘caras’ têm que aprender que certos homens não têm preço; e não importa que tenham nove ou quarenta anos, eles não curvam e nunca curvarão a cabeça, pois têm investido em si o brio de nossa Civilização.
Numa estrutura se o ponto que suporta pressão arrebenta, toda estrutura acaba (hoje o indivíduo humano é o ponto). O ponto tem que ser mais importante que a pressão. O ser humano tem de ser mais importante que a pressão do Sistema Social.
Sobre mim, para o caso de sermos surpreendidos(?) por quaisquer fenômenos com a felicidade de haver sobreviventes de nossa espécie, nenhum vai dizer: “aquele foi um covarde em sua geração”, nem um babacão que se deixou usar e submeter por um Sistema Falido.
Haddammann Veron Sinn-Klyss
21:08 25/5/2010″
Reportar comentário