Soneto anal – Bocage
Publicado por: Mariana Treska, em 4 fevereiro, 2010
“Ora deixe-me, então… faz-se criança?
Olhe que eu grito, pela mãe chamando!”
Pois grite (então lhe digo, amarrotando
Saiote, que em baixá-lo irada cansa):
Na quente luta lhe desgrenho a trança
A anágua lhe levanto, e fumegando,
As estreitadas bimbas separando
Lhe arrimo o caralhão, que não se amansa:
Tanto a ser gíria, não gritava a bela:
Que a cada grito se escorvava a porra,
Fazendo-lhe do cu saltante pela!
— Há de pagar-me as mangações de borra,
Basta de cono, ponha o sesso à vela,
Que nele ir quero visitar Gomorra.
By Bocage
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