Percy Jackson e os olimpianos – O ladrão de raios. Rick Riordan
Publicado por: Eduardo Treska, em 22 julho, 2010Estava ontem arrumando os livros aqui em casa e lembrei que ainda não tinha mostrado aos leitores os livros desta série escrita por Rick Riordan.

Li este livro a aproximadamente 6 meses, a principio achei que seria um livro sem graça, mas com o passar das paginas percebi que é uma história envolvente e muito bem escrita.
Imagine um mundo diferente, os antigos deuses da mitologia grega ainda por aqui. Monstros a solta nas cidades, o mundo inferior, medusa e varias outros seres que já ouvimos ou vimos em filmes…
Os deuses olimpianos ainda vivos por ai se apaixonando e gerando filhos com mortais. Esses filhos metade deuses, metade humanos são como os heróis da antiga Grécia.
Pois é, por ai segue o rumo do livro, escrito em primeira pessoa o jovem Percy conta aos leitores como foi que ele descobriu o que é meio sangue e como encarou tudo isso.
Nacional: Percy Jackson e os Olimpianos – O ladrão de raios.Ano de Lançamento: 2008
Número de Páginas: 385 páginas
Editora: Intrínseca
Tradutor: Ricardo Gouveia
Título Original: The Lightning Thief
Ano de Lançamento: 2005
Número de Páginas: 375 Páginas
Editora: Puffin Books
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Sinopse:
E se os deuses do Olímpio estivesses vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos, que pudesses se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte eles marcados pelo destino, dificilmente passa da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
Percy Jackson está para ser expulso do colégio interno… de novo. É a sexta vez que isso acontece. Aos doze anos, esta é apenas uma das ameaças que pairam sobre esse garoto, além dos efeitos do transtorno de déficit de atenção, da dislexia… e das criaturas fantasísticas e deuses do Monte Olímpio, que ultimamente, parecem estar saindo dos livros de mitologia grega para o colégio para a realidade. E, ao que tudo indica, estão aborrecidos com ele.
Vários acidentes e revelações inexplicáveis afastam Percy de Nova York, sua cidade, e o lançam em um campo de treinamento muito especial, onde é orientado para enfrentar uma missão que envolve humanos diferentes – metade deuses, metade homens -, além de seres mitológicos. O raio mestre de Zeus fora roubado, e é Percy quem deve resgatá-lo.
Com a ajuda de novos amigos – um sátiro e a filha de uma deusa – Percy tem dez dias para reaver o instrumento de Zeus, que representa a destruição original, restabeleces a paz no Olímpio. Para conseguir isso, precisará fazer mais que capturar um ladrão. Terá de encarar o pai que o abandonou, resolver um enigma proposto pelo oraculo e desvendar uma traição mais ameaçadora que a furria dos deuses.
O que diz a imprensa e entrevista com o autor.
Saiu na Imprensa:
O novo herói dos livros infanto- juvenis segue a tendência fantasiosa que consagrou Harry Potter. Mas o interessante é que a série Percy Jackson e os olimpianos, do americano Rick Riordan , toma como base o que há de mais clássico na literatura: a mitologia grega. Como Harry Potter, Percy é desajustado. Vai mal na escola, tem poucos amigos e é diagnosticado com dislexia e deficit de atenção. Isso até descobrir que tem algo grande por trás de sua existência. No caso de Harry, é a ascendência bruxa. Já Percy descende da tradição greco-latina. É um semideus, filho um deus, com uma mortal.
No primeiro livro da série lançada no Brasil pela editora Intrínseca, o LADRÃO DE RAIOS, Percy tem 12 anos quando descobre ser um “meio-sangue’: após lutar com o Minotauro na unha. Aí ele desvenda seus problemas: o deficit de atenção e a dislexia. A ideia do herói surgiu porque o próprio filho de Rick Riordan foi diagnosticado com problemas de aprendizagem. A saga de Percy não teve apelo apenas para Riordan filho. Tomou-se sucesso mundial.No Brasil, O ladrão de raios e O MAR DE MONSTROS, o segundo livro da série de cinco, costumam aparecer nas listas dos mais vendidos.
A aventura de Percy também funciona porque é bem escrita. O narrador em primeira pessoa, o próprio garoto, é cheio de piadinhas irônicas. Não fosse seu sangue divino, ele seria um adolescente típico.
Época / Data: 8/6/2009
Um semideus com dislexia
Gisela Anauate
Entrevista com Rick Riordan
Por que criar um herói com dislexia e deficit de atenção?
Rick Riordan – Quando meu filho mais velho tinha 9 anos, foi diagnosticado com esses problemas. Ler era difícil para ele. A única matéria de que gostava na escola era mitologia grega. Comecei a contar-lhe histórias, e foi dai que Percy Jackson nasceu. Fiz Percy disléxico e com deficit de atenção para meu filho se identificar com ele. Essas diferenças de aprendizado seriam uma indicação de que você pode ser um semideus. Meu filho não teve problemas para acreditar nisso.
Como teve a ideia de misturar mitologia grega com a vida dos adolescentes contemporâneos?
Riordan – Quando você lida com história ou literatura. o truque é torná-las relevantes para um público moderno. Um jovem leitor sempre vai pensar: por que eu deveria me importar com histórias que aconteceram há milhares de anos? O problema se resolve quando a história acontece hoje. A premissa da série também é que a mitologia greco-romana influenciou profundamente a sociedade moderna. Os mitos ainda estão por todo lugar – na literatura, na TV, nos filmes. na arte. Uma vez que você conhece mitologia, você a reconhece aonde quer que vá.
Percy não é multo ligado em tecnologia, que é tão presente na vida dos adolescentes. Por quê?
Riordan – Hoje é tão fácil ficar conectado. Mas eu precisava de Percy sozinho, então decidi que os semideuses não podem usar celulares. A tecnologia é como um sinalizador que alerta os monstros sobre a presença de um herói. Se um herói pode simplesmente mandar um SMS para seus amigos quando precisa de ajuda. Isso tira todo o drama da história! Além disso, posso fazer os jovens leitores pensar: “Nossa. o que eu faria sem meu celular?”.
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Tags: arte, cultura, imprensa, ladrão de raios, Literatura, meio sangue, mitologia grega, Monte Olímpio, olimpianos, Percy Jackson, Rick Riordan





