Posts Tagged ‘branco’

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Desejo – Carlos Drummond de Andrade

Desejo a você…
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga

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Amor e sono – Charles Swinburne

Deitado a dormir entre os afagos da noite
Vi o meu amor debruçar-se sobre o meu leito,
Pálida como a mais escura folha do lírio ou corola
De pele macia e escura,
o pescoço nu para ser mordido,

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Teu corpo claro e perfeito – Manoel Bandeira

Teu corpo claro e perfeito,
Teu corpo de maravilha,
Quero possuí-lo no leito
Estreito da redondilha…
Teu corpo é tudo o que cheira…
Rosa… flor de laranjeira…
Teu corpo, branco e macio,
É como um véu de noivado…
Teu corpo é pomo doirado…
Rosal queimado do estio,
Desfalecido em perfume…
Teu corpo é a brasa do lume…
Teu corpo é chama e flameja
Como à tarde os horizontes…
É [...]

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A Menina que Roubava livros – Markus Zusak

“Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler”. E como deve, A Menina que Roubava livros de Markus Zusak é um livro com turbilhões de sentimentos: assustador, encantador, maravilhoso e perturbador. Não é à toa que está entre o top 10 dos livros mais vendidos.
Ainda estou lendo o livro e maravilhosamente encantada, [...]

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Hora de acordar

É duro hoje olhar o mundo e ver o que vemos assistir os telejornais e ver mortes por todos os lados, seja a morte por revolta da natureza por estamos destruindo o planeta ou causadas pela violência que ocupa os corações das pessoas hoje.
Será que algum dia conseguiremos viver em harmonia, um respeitando o outro [...]

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Vogais

A negro, E branco, I vermelho, U verde, O Azul: vogais,
Direi algum dia vossos nascimentos ocultos:
A, negro espartilho peludo das moscas tumultos
Rondando fedores cruéis demais,
Golfos de sombra; E, candura de vapor e de tenda,
Lanças de geleiras altivas, reis brancos, tremor de umbelas;
I, púrpuras, sangue cuspido, riso dos lábios belos
Na cólera ou na embriaguez oferenda;
U, ciclos, [...]

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Soneto da Separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste [...]

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