Você, assassino de mim
Se soubesse a dor de um dia
A vida na ousadia
Então me entenderia
No mundo da fantasia.
Todo amanhecer face a face ao seu encontro
Sem entender o que me espera
Dentro de cada pessoa um monstro
Que eu matar quem me dera?
Se soubesse a dor de um dia
A vida na ousadia
Então me entenderia
No mundo da fantasia.
Todo amanhecer face a face ao seu encontro
Sem entender o que me espera
Dentro de cada pessoa um monstro
Que eu matar quem me dera?
Para o sexo a expirar, eu me volto, expirante.
Raiz de minha vida, em ti me enredo e afundo.
Amor, amor, amor – o braseiro radiante
que me dá, pelo orgasmo, a explicação do mundo.
Pobre carne senil, vibrando insatisfeita,
a minha se rebela ante a morte anunciada.
Quero sempre invadir essa vereda estreita
onde o gozo maior me propicia a amada.
Amanhã, [...]